Sunday, December 4, 2005

Capture this Moment!


Por mais que me valha a raiva e a angústia, nem assim consigo esquecer algumas pessoas (para passantes desentendidos, essas pessoas não incluem o falecido Narciso).
E isso pode ser até bom, pq pode me impedir de dar as costas a um bom futuro (ou ESPETACULAR futuro).
Sim, mon paradoxe gris, és tu minha eterna paixão desoladora! E que me salva todos os dias, faça a tempestade que fizer. Sexta eu encontrei com o André o Mau e nós conversamos, e ele foi carinhoso e atencioso. Quem sabe não é a virada da maré?! Nunca se sabe.
Mas saiba (caso o Homem de Cabelos de Ouro não tenha lhe informado) que eu te liguei logo antes do meu vestibular, para ouvir sua voz mágica e encantadora para apaziguar meu coraçãozinho perturbado e... bem, não pude (ouvi-la). Mas de toda forma, o que conta é a intenção (e o fato que eu lembro muito bem da sua voz!)

Acabaram-se hoje as provas da federal, mas acabam de começar as provas da FJP.
Desejem-me sorte, se desejam-me bem. Senão, não me desejem nada, por obséquio.

Agora vou falar um pouquinho da foto (e nem quero saber se vc, meu leitor, quer ou não ler, afinal vc é que decide), que especialmente escolhi entre tantas.

Essa sou eu, num momento de timidez. Dá para perceber o risinho de "não tire a minha foto, por favor?!!!"...??? Acho que sim, mas gostei do trabalho do Sr. André (Baixista 1 que virou o André Baterista), o fotógrafo!
Essa foto é beeeem minha personalidade, qualquer comentário à parte... Eu estava numa partida de xadrez! Talvez a primeira que participei após anos de regime (ou preguiça). Estava eu na casa do fotógrafo, um pouco alterada pelos alucinógenos naturais (fora a paixão, que também pode ser considerada "natural") e especialmente... USANDO BERMUDA!, coisa que eu adoro! Foi um dia especial, e depois foi um dia triste, e terminou sendo um dia inexistente, mas quando começou teve boas intenções, e isso conta (sempre conta, né?)

Ah, nada mais a dizer. Acho que vou me esconder dentro de uma tartaruga marinha de 300 anos por pelo menos um mês, junto do meu palm-top(que não possuo, observe isso), de onde me corresponderei com minha amada Raquel e trocarei emails e imagens com o jovem L., meu novo amigo virtual (quem sabe posso visitá-lo nas minhas navegações marítimas? É algo a se pensar!)

E vc me pergunta o pq dessa façanha? Eu vos digo:
Triste que estou me depenei toda (ai!, que lástima mas não tenho penas!), me destruí, me remoldei, me maculei. Ah, é a perdição e todo o fim. Depois de mês passado terei me curado, cicatrizes estarão cobertas e fechadas, mas nunca posso dizer que haverão de sumir por completo. Mas é possível, em uma década, ou três...

Jaya!
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Ouvindo um monte de gente e suas vozes inconfundivelmente insuportáveis e ordinárias em meio a tantos sons que eu gostaria de ouvir (como o clique-clique que faço no teclado)....

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