Me sinto sem limites, como se de repente tudo estivesse ao meu alcance. Blog no celular e o mundo ainda abriga gente q passa frio e fome, além de dor, sofrimento, agonia, medo e desespero.
Eu só não entendo a razão para a dicotomia da evolução humana...
Sunday, July 17, 2011
Wednesday, July 13, 2011
Mosaico
Não sei dizer o que são saudades. Sei dizer daquela presença diária que não está mais aqui, e como esse fato é doloroso. Aquele meu erro bobo de querer compartilhar tudo que sou e faço, e nessas horas a Ariana me faz a mais feliz das Lívias e dos melhores amigos, suprindo um amor que se perdeu.
Faço frases que se perdem no vento.
E de repente, a cidade envelheceu. Caminho pelas mesmas ruas, e nelas um mosaico de 4 letras se transforma no seu rosto, tatuado e indelável no corpo da minha cidade. O que antes era uma praça ou um caminho, palco de nossas memórias, agora são territórios proibidos: antes de chegar lá, me lembrei que, sem você, essa praça e esse caminho sempre me deram muito medo.
Seu rosto ilumina as estrelas, nas constelações que lhe ensinei a reconhecer. Sua voz e seu riso ecoam pelas tantas ruas que percorremos juntos, e uma tristeza me inunda: é a certeza que permaneço invisível para você, enquanto você se infiltra nas paisagens ao meu redor com a mesma força que infiltrou-se em minha alma errante...
Quero, então, habitar um mundo livre, onde você só exista dentro de mim. Um mundo sem arte, sem cores, sem luz, sem Sol. Um mundo de paredes negras e frio, sem música, sem árvores, sem a provação de suportar o seu riso e seu olhar se perderem em outras primaveras...
Faço frases que se perdem no vento.
E de repente, a cidade envelheceu. Caminho pelas mesmas ruas, e nelas um mosaico de 4 letras se transforma no seu rosto, tatuado e indelável no corpo da minha cidade. O que antes era uma praça ou um caminho, palco de nossas memórias, agora são territórios proibidos: antes de chegar lá, me lembrei que, sem você, essa praça e esse caminho sempre me deram muito medo.
Seu rosto ilumina as estrelas, nas constelações que lhe ensinei a reconhecer. Sua voz e seu riso ecoam pelas tantas ruas que percorremos juntos, e uma tristeza me inunda: é a certeza que permaneço invisível para você, enquanto você se infiltra nas paisagens ao meu redor com a mesma força que infiltrou-se em minha alma errante...
Quero, então, habitar um mundo livre, onde você só exista dentro de mim. Um mundo sem arte, sem cores, sem luz, sem Sol. Um mundo de paredes negras e frio, sem música, sem árvores, sem a provação de suportar o seu riso e seu olhar se perderem em outras primaveras...
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