
Desconfiada! Desconfiada de quase tudo e quase todos...
Quer conhecer as excessões, não é? Hum... sei...
Não questiono my Dih (não que me pertença, o "my" serve para especificar qual Dih). Também confio na Lila e na Molly, minhas xícaras de estimação. Entram pro time Nattie, Aline, Flah e Daniel. Confio também nas coisas do meu quarto, desde o cachecol da cama ao telefone verde silencioso.
Essa falta de confiança louca e súbita me faz tremer as mãos e lidar com muito estresse. Quero parar de sofrer.
*deseja o sono eterno*
Sinto-me amargurada. Sinto-me ausente de desejo de falar com quaisquer pessoas exceto umas poucas três.
Ah, de novo, vc quer saber quem? Bem, se fosse vc eu estaria falando com você, certo?
Estive linda por uma noite, e antes mesmo da meia-noite, nesta mesma noite, eu estava só na cama de meu qaurto, com frio e - desperdiçada, por assim dizer. Putz, que falta me faz o dinheiro numa hora dessas (claro que para pegar um avião até... ali.)
Brilhantes combinam comigo, e coisas finas também. Tecido fino, tiras finas, linhas finas... acho que devo mesmo ser uma pessoa delicada.
Ah, eu também odeio dor. Odeio toda a dor que vivo sentindo, todo dia, oculta de qualquer outros. Só há uma dor boa: a que a gente deseja.
Desisti de esperar grandes coisas do que possa me passar pela cabeça. Melhor despejar todos esses pensamentos desconexos como são, pq é mais real e honesto com o leitor. O interior de mim não são sonetos, mas sim uma surrealidade perplexante (essa palavra existe? non sei...)
Estou paranóica, e admito. Ainda bem que tenho meu amor para me acalmar, mas ele não está aqui agora. E talvez eu continue lavando as mãos até sangrarem, e lavarei o sangue até que eu não consiga mais ficar em pé, aí deitarei no chão e esperarei pela única mão que quero sentir na minha. E a qualquer outra que se aproxime, gritarei loucamente: não! não! não!!!!
Eu nunca gostei de loiros, sabe? Não depois que realmente desenvolvi algum tipo de "gosto". Minha segunda paixão infantil foi por um loirinho chamado Fernando. (ainda me lembro do aniversário e endereço dele).
Dih tem lindos fios de ouro na cabeça. Tem também um "quê" de psicopata, o que é ... sexy. Malícia nas palavras, suavidade na voz e (incrivelmente!) carência no coração. Deseja tanto o amor que transparece tristeza em sua busca. É o ser mais cativante que conheço, e o que me causa mais furor!
Um relacionamento a la "o pequeno príncipe": pequenos passos de cada vez, a cada ano um progresso significativo em nosso relacionamento. Talvez em dois anos a gente vá conhecer as mães, os bichos de estimação e a pracinha favorita. É assim que te amo, e é por isso que vai durar.
*nada de pedir desculpas por um post confuso. fuck it all se vc não me entende!*
Ps: a foto, tirada agora, é o meu "perfeito-retrato" da paranóia-nóia-nóia....